quarta-feira, janeiro 07, 2009

TIA STEFANNY E EU

Eu sempre fui um menino calmo, estudioso... enfim, um menino simples, no meu canto. Sou órfão de mãe, vivo com meu pai.

Meu pai havia me perguntado se eu gostaria de passar minha ferias escolares na casa de uma tia, uma irmã adotiva da minha mãe... meu pai disse que eu ia adorar, ele não precisou falar muito, pois eu já estava com vontade de me distrair nesta férias, assim fui para casa de campo de minha titia Stefanny. Era uma casa grande com piscina, estábulo, arvores, um lindo lugar tinha até uma cachoeira na propriedade.

Os primeiros dias foram somente para me adaptar ao ritmo de vida da casa.

No terceiro dia, logo que acordei:

- Bom dia Diogo, tudo bem.

- Tudo, tia Stefanny.

- O que você acha de fazermos um pic-nic hoje, perto da cachoeira?

- Eu vou adorar, eu vou poder nadar.

- Claro que sim, eu vou arrumar tudo, e outra coisa: hoje é quarta-feira, eu sempre dispenso os funcionários até segunda-feira, você me ajuda a cuidar da fazenda?

- Claro titia, vai ser ótimo... vou arrumar minha coisas.

- Te espero aqui em baixo.

Fomos para cachoeira a cavalo, e me diverti muito. Quando chegamos na cachoeira minha tia arrumou tudo e depois trocou de roupa para nadar, eu comecei a olhar para ela como que hipnotizados ela tinha um corpo lindo perfeito, uma bundinha linda... de repente parei e pensei: "Ela é minha tia, não posso pensar assim". Mas logo também pensei: "São os meus pensamentos e ninguém precisa saber deles".

Nunca pensei que ela pudesse ter um corpo daquele jeito, aos trinta e dois anos, quando ela saiu da água com o corpo molhado eu quase enlouqueci: estava ainda mais linda, com a pele brilhando ao sol... eu fui para água correndo para que ela não visse como eu estava, nadei por um bom tempo até que escutei barulho de água, sabia que ela havia entrado na água, então nadamos juntos por um tempo, depois fomos para a margem, conversar e lanchar.

Foi quando eu comecei a gostar da cabeça dela: bem solta, alegre, conversamos muito, ela gostava de ler, de ir a show, ver filmes, e de aprender coisas novas... então começamos a falar de computadores, embora com treze anos eu sabia muita coisa, e ela acabou ficando bem interessada. Ficamos conversando sobre, programas, maquinas, o que se pode fazer com alguns e cada vez ela ficava mais interessada e ficou mais ainda quando eu comecei a falar da Internet.

- O que é internet, Diogo?

- Internet, tia, é o mundo, na ponta de seus dedos.

- Diogo posso te pedir uma coisa?

- Pode tia, o que deseja?

- Eu gostaria que me chamasse de titia, não pela autoridade, mas é que você falando em faz sentir algo diferente por dentro.

- Tudo bem, titia Stefanny, eu chamo.

- Agora me explique mais sobre internet, parece interessante.

- Tudo bem, na internet se pode achar tudo que quiser, receite, noticias, moda, beleza, esporte contos eróticos, sala de bate papo... enfim, muita coisa.

- Sala de bate papo? Como assim.

- Nestas salas se fala de tudo, sexo, política, de tudo que quiser, tem gente que marca encontro pela internet.

- Encontro de Amizade ou de sexo?

- Dos dois, as pessoas e quem decidem.

- Estou ficando interessada... E sobre estes contos eróticos, já leu algum, pode falar seu pai não vai saber.

- Tudo bem, já li muitos eu até tirei uns para ler aqui se eu perdesse o sonho, se quiser ler uns eu te empresto titia.

- Eu vou adora, mas o que abrange este contos.

- Os que gosto mais são de sadomasoquismo, mas só o lado mais leve, como surra na bundinha de palmadas e outras coisas desde que seja por prazer, o que acha? Não me acha esquisito não é titia?

- Claro que não... como foi sincero comigo vou ser sincero com você: o Adrian, quando estava vivo, nos fazíamos isto. Ele me dava gostosas surras e eu nele mas tudo por prazer e era uma delicia.

- Deve ser mesmo, os contos me deixam como eu fiquei quando vi sua bundinha, desculpe mas estou sendo sincero.

- Mas eu quero que seja sempre bem sincero, assim e vamos nos dar muito bem... você acha que gostaria de experimentar esta sensação?

- De levar uma surra de prazer?

- Isso, e de dar também.

- Gostaria sim, acho que todas as experiência que se podem tirar da vida nos torna pessoas melhores, não acha?

- Você é um menino bem inteligente... eu também acho, quer passar a mão na minha bundinha, como você chamou?

- Eu posso?

- Claro, vem cá.

Ela se levantou, veio perto de mim, pegou na minha mão, me fez levantar e me levou até um tronco que estava caído no chão fazendo de cadeira. Depois me fez sentar e deitou-se no meu colo. Eu fiquei meio sem jeito, mas ela logo falou.

- Faz um carinho na bundinha da sua titia, Diogo...

E eu assim o fiz por cima do biquíni e ela:

- Isto é bom, Diogo, faz tempo que ninguém passa a mão ai, pode tirar, se quiser, para acariciar minha bundinha pelada.

Eu logo o fiz: fui tirando o biquíni dela bem devagar, depois acariciei com minha mão por uns minutos e ela ficou gemendo gostoso... estava uma delicia passar a mão ali naquela bundinha... de repente eu dei duas palmadas e ela gemeu ainda mais gostoso, mas logo que ela se levantou eu falei:

- Desculpa titia, pelas palmadas... mas a sua bundinha me pareceu tão gostosa que...

- Esqueça sua timidez Diogo, eu adorei você tem uma mão boa para dar umas palmadas.

- Titia, a senhora pode fazer o mesmo na minha?

- Por que não? venha deite aqui no colinho da sua titia; você tem uma bundinha linda também Diogo... é uma delicia de fazer carinho, vamos ver sem a sunguinha...

Ela abaixou minha sunguinha até o comecinho da coxa, e riu do meu bumbum, com uma zona bem branquela, a parte que era coberta pela sunguinha...

- É ainda mais gostoso porque fazia um bom tempo que não fazia isto...

E de repente ela me deu duas palmadas e eu gemi gostoso, porque foi muito bom. Me levantei e falei:

- Gostei muito da experiência, suas palmadas são gostosas.

- Para mim também, Diogo... vamos para casa para ler uma historia daquelas?

- Claro titia, Stefanny.

- Acho que vou acabar comprando um computador, se eu for me ensina a usar?

- Claro titia!

Quando chegamos eu disse:

- Titia, a senhora já fez peça de teatro?

- Já, na escola, por que?

- Vamos fazer uma pecinha entre nós... lá no meu quarto vou lhe dar a minha historia preferida, depois vou tomar um banho e me arrumar se gostar do quer ler podemos fazer um teatro.

- Como assim?

- Só vai precisa, mudar algumas coisas, mas o começo e importante. Precisa me chamar firme como se estivesse brava comigo.

- Tudo bem... eu vou tomar um banho e ler, se eu lhe chamar assim você saberá que vamos fazer o teatro, mas lembre-se: vamos até o final da peça.

- Eu não vou querer menos que isto.

- Bom menino!

Ela saiu e eu fui para banho fiquei lá um bom tempo, pensando, sentido um frio na barriga, querendo que ela aceitasse, mas se ela não o fizesse já teria valido a pena, daí saí do banho me arrumei e fiquei esperando, eu havia demorado no banho por trinta e cinco minutos e levei mais dez para me arrumar logo que me sentei na cama escutei.

- Diogo Webster terceiro, venha já aqui em baixo vamos ter uma conversa.

- Mas titia, o que houve para esta brava comigo?

- Desça aqui agora mesmo mocinho

Eu fui descendo e sentindo um frio na barriga e a cada degrau ele aumentava.

- O que foi titia, o que eu fiz?

- Vamos até a sala de musica mocinho, para termos uma conversa!

Depois, dentro da sala de musica:

- Sente-se, você vive comigo a um certo tempo, não é?

- A exatos dois anos e quatro meses titia.

- Eu já cobrei demais você sobre o seu estudos, seu comportamento, seu jeito de ser!

- Não titia, mas porque que isto hoje? A senhora é a melhor titia que alguém poderia ter.

- Não me parece que goste de mim.

- Gosto sim, titia, até mais do que imagina!

- Então porque a mãe do Teddy me disse que vocês não estavam na casa do Willian estudando, como disse para mim que estaria?

- Certo, eu menti para senhora, mas é que queria sair, me divertir...

- Tudo bem em querer se divertir, mas porque não falou comigo? Você sabe que eu compreenderia!

- Desculpe titia mas os outros garotos ficaram me chamando de "sobrinho da titia" porque eu queria te avisar... mas nos não fizemos nada de errado só fomos dar uma volta.

- Tudo bem, mas você mentiu para mim! O que vamos fazer sobre isto?

- A senhora vai me punir titia?

- Você merece, não acha?

- Sim titia, o que vou ter de fazer como punição?

- Você nada, eu vou fazer.

Então ela se sentou no sofá tirou o chinelo no pé, limpou e colocou do seu lado direito e disse.

- Venha aqui para colo de sua titia...

- O que a senhora vai fazer titia?

- Vou lhe dar uma boa surra para se lembrar por um bom tempo e não mentir para mim, nunca mais, certo? Agora venha.

- Titia, eu não vou mentir mais eu prometo, não me bate não...

- Eu sei que não vai mentir mais para mim, mas sabe que deve ser punido, então agora vem cá.

- Sim titia.

Eu cheguei perto e ela tirou o meu short. Me deixou nu da cintura para baixo me deitou no colo e quando ia começar eu falei:

- Por favor, titia, assim vai doer muito eu prometo não vou mentir mais.

- A surra tem este objetivo, e eu sei que não vai mentir, mas vai levar primeiro uma boa surra de palmadas e depois...

Plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft....

- Por favor, titia... ai!....... ai!........ ai!....... ai!........ ai!........ ai!........ ai!......... ai!....... ai!....... ai!......... ai!....... ai!.......... ai!...... tá aiiiii tá doendo titia não bate mais. ai!......... ai!....... ai!........ ai!........ ai!........ ai!....... ai!...... titia, eu vou ai....... vou ser um bom me...... ai!......... ai!....... ai!........ ai!........ ai!........ ai!......... ai!....... ai!....... ai!........ menino, não bate mais não, por favor, ai!....... ai!......... ai!....... ai!........ ai!

De repente ela parou pensei que ia para, mas o chinelo que estava na frente de meus olhos sumiu e eu pensei: "agora são as chineladas", e logo falei:

- Titia com o chinelo não, vai doer muito, eu já aprendi minha lição...

Saiba, Diogo Webster terceiro, que eu fui uma adolescente muito rebelde e meu pai me corrigia assim: primeiro com palmadas, depois com chineladas e depois com cintadas. E não me fez mal, pelo contrário, hoje sou uma mulher segura e bem sucedida, enquanto que as minhas amigas na época, que riam de mim porque eu não podia sair depois das dez senão ficava com o bumbum quente, elas hoje vivem cheias de problemas e são incapazes de se organizarem. Eu sinto, sabe que deve ser punido e que será, portanto....

splast ..... splast........ splast...... splast,...... splast

- Ai! por favor ai! titia, ai...... ta doendo ai..... bate mais não... aiiiii.....

- Assim vai se lembra que se fizer de novo apanha de novo, portanto...

splast.... splast........ splast...... splast...... splast......... splast..... splast........ splast...... splast...... splast........ splast..... splast........ splast....... splast....... splast......... splast....... splast........ splast...... splast...... splast..... splast....

- Eu aprendi titia, tá doendo.

- Tudo bem eu acho que já apanhou o suficiente, mas agora é a vez das cintadas, que serão mais firmes e fortes, está pronto?

- Estou titia, mas não bate mais não......

Mas antes que eu acabasse de falar:

slapt..... slapt........ slapt...... slapt...... slapt

Depois ela me levantou e me ajudou a me vestir. Eu fiz uma careta quando ela vestiu minha cueca, porque minha pele ardeu feito pimenta ao contato com o tecido. Ela depois falou:

- Você aprendeu mesmo a sua lição, Diogo, ou vou precisar te dar outras surras?

- Aprendi titia, não vou precisar ser punido de novo, com certeza, posso ir para o meu quarto agora?

- Pode sim.

Eu ia saído quando titia falou:

- Gostou da interpretação, Diogo?

- Adorei titia, vou para o meu quarto uns minutos e daqui a pouco eu desço para conversamos.

Fui para o meu quarto tirei a roupa e fui para o espelho olhar minha bundinha. Estava toda vermelha e doida, mas estava muito gostosa, fiquei ali me acariciando quase gozei de prazer, mas delicia mesmo foi depois, quando passei um creme nela... eu me vestir e desci, minha tia estava sentada lá na varanda. Ela tinha providenciado uma almofadinha ao lado dela, para eu me sentar, e eu me sentei.

- Titia, quero que saiba que para mim foi a primeira experiência de levar uma surra e eu adorei: a senhora bate gostoso, me deixou com a aquele medo delicioso de sentir na boca do estômago, espero que não seja a ultima. Gostaria de experimentar de outros modos, e outras coisas também.

- Que bom que gostou, agora quanto as outras coisas vamos pensar sobre o assunto no momento certo.

- Tudo bem. Posso beber uma taça de vinho branco? Papai deixa.

- Se ele deixa tudo bem. Vamos até a cozinha pegar.

E na cozinha:

- Aqui sua taça.

- Obrigado titia, posso te pedir uma coisa?

- Claro, o que deseja?

- Eu gostaria de conhecer seu quarto, posso? Eu sei que é o seu canto íntimo, mas gostaria muito.

- Não vejo nada de mais você ir até lá, vamos sim... pegue o balde para coloca o vinho e pegue sua taça, e vamos.

Então fomos subindo a escada e eu fiquei pensando no que ia fazer, quando entramos no quarto eu estava sentindo uma agitação pouco comum para mim, ela notou e falou.

- Relaxe Diogo, e só um quarto, onde durmo e relaxo.

- Eu sei, vem, deixe-me ver se sua cama e macia...

Peguei–a pela mão e fui até a cama me sentei e pulei igual a uma criança...

- Ela é demais dá até para pular, é gostosa...

De repente eu a puxei para o meu colo, levantei sua saia, tirei sua calcinha e falei:

- Agora você vai ver como eu gostei da surra que me deu pois vai levar uma tão gostosa como a minha.

Então comecei a dar palmadas naquela bundinha linda...

Plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... Plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft.....

A cada palmada ela gemia mais alto e gostoso, e eu admirava as manchas vermelhas que meus dedos imprimiam na pele dela...

plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft.....

Tia Stefanny sacudia os braços, sacudia as pernas, pedia para parar, dizia que ia se boazinha... volta e meia dava um gritinho mais alto, uiiii, aiiii... mas é claro que estava gostando, porque ria mais que reclamava, e fazia beicinho e falava dengosamente toda vez que me dirigia a palavra. Por isso me senti encorajado a continuar batendo sempre e cada vez mais forte:

plaft..... plaft.... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft.... plaft.... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft.... plaft.....

Fui deixando aquela bundinha branca toda rosa, eu olhava bem para descobrir um local mais branco e dava uma bela palmada naquele local, plaft....., para ficar rosado, pois queria colorir tudo por igual, antes da segunda parte da surra...

plaft..... plaft.... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft.... plaft.... plaft..... plaft..... plaft..... plaft..... plaft.... plaft.....

Quando eu achei que tinha conseguido a primeira parte do meu objetivo eu parei e acariciei aquela bundinha linda... acariciei, acariciei e de repente enfiei o dedo naquele cuzinho rosado e ela gemeu ainda mais gostoso e mais alto eu fiquei tirando e colocando, pouco depois numa destas tirar eu enfiei dois dedos e ela gemeu ainda mais gostoso, quando ela estava bem relaxada eu tirei do cós do meu short uma palmatória que havia escondido lá e apliquei a primeira de muitas palmatoadas no bumbum da minha tia:

Plas!

Ela levou um susto e deu um gritinho, surpresa e meio sentida

plas........ plas...... plas...... plas......... plas..... plas........ plas...... plas...... plas........ plas..... plas........ plas...... plas,...... plas......... plas..... plas........ plas...... plas...... plas....... plas........ plas...... plas...... plas......... plas..... plas........ plas...... plas...... plas....... plas......

A cada palmatoada ela se torcia mais e gemia, um gemido baixinho e safado... aquela bundinha de rosada ficou aos poucos bem vermelha... depois de alguns minutos, eu parei, alisei de leve o bumbum da tia Stefanny, e me pareceu que estava pegando fogo... depois a sentei na cama. Ela fez uma sentida careta de dor e eu perguntei:

- Deu para saber como eu gostei, titia?

- Deu sim, meu sobrinho, e obrigado... já estava com saudade de levar uma surra gostosa desta, vamos acabar de beber o vinho lá em baixo.

Fomos beber o vinho e de lá fomos para a varanda ver o anoitecer. A tia Stefanny ainda teve tempo de pegar uma outra almofada, pois ela também precisava de uma para poder sentar.

- Titia, posso te pedir uma favor?

- Claro, fale, Diogo.

- Eu gostaria de dormir na sua cama hoje, posso?

- Você acha que é certo, um menino dormir com sua tia?

- Se os dois quiserem e ficarem bem consigo mesmo, acho que sim... E você titia?

- Por min tudo bem.

- Tem mais uma coisa: eu durmo nu. É mais fresquinho.

- Por mim tudo bem...

Quando fomos para o quarto dormir ela se trocou e colocou uma camisola linda amarelinha transparente depois de ter tomado um banho e se perfumado toda, quando entrei só se sentia o seu perfume pelo quarto... eu fui até a cama, tirei a roupa e deitei. eu também havia tomado um banho bem gostoso, e me deitei de bruços. Depois daquela surra era melhor assim, evitava encostar meu traseiro no colchão e ainda me refrescava com o vento que passava pelo quarto, ela chegou perto me deu duas palmadas, leves, mas arderam bastante, porque minha pele estava muito sensível, e enfiou novamente aquele dedo gostoso no meu cuzinho e gemi gostoso... num certo momento me levantei e tive de ir ao banheiro... voltei para cama, lhe dei um beijo na nuca ( ela estava deitada de bruços também, pelo mesmo motivo que eu... através da camisola transparente dava para ver o vermelhão nas nádegas da titia... ), alisei suas nádegas, que ainda estavam quentes, e dormi.

De manhã, quando acordei, ela já tinha se levantado. Eu fui para o meu quarto, tomei um banho e desci. Ela estava na piscina, tomando café e sentido a brisa da manhã, eu me sentei e falei:

- Bom dia, Titia. O que vamos fazer hoje?

- Temos que dar uma olhada na arrumação do estábulo, alimentar os cavalos e os outros bichos...

- Parece interessante... estas ferias estão sendo ótimas!

De repente eu olhei para ela e não falei nada, mas pensei como seria bom levar outra surra gostosa como aquela do dia anterior... estava perdido em meus pensamento quando escutei:

- Diogo, Diogo, vem cá para colinho da sua titia! Para ser punido novamente, sem falar nada! Você sabe que merece!

- Mas titia.........

- Mais nada, mocinho, venha logo: assim é melhor... agora eu vou deixar você de bumbum de fora, pronto! Agora deite-se para apanhar! Está pronto?

- Sim titia, mas seja boazinha, não bate muito forte senão dói.

- Mas a surra é para doer, portanto...

plaft...... plaft........ plaft...... plaft...... plaft...... plaft...... plaft........ plaft...... plaft...... plaft...... plaft...... plaft....... plaft...... plaft...... plaft.....

- Ahhhhhhhhhhh... ai!!! bate mais não titia, tá doendo.

- Você vai levar cinqüenta destas, portanto...

plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft..... plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft..... plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft.....

- Tá doendo titia... bate mais não aiiiiiiii... por favor...

plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft..... plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft..... plaft..... plaft......... plaft...... plaft...... plaft..... plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft.

Meu traseiro começava a arder, porque ela batia forte... além disso, ainda estava meio sensível, com a surra do dia anterior. Aos poucos ela foi espaçando mais as palmadas, e eu sentia a brisa leva da manhã me alisando as nádegas, com a suavidade que só a natureza tem... de repente eu sentia uma coisa úmida me alisando as carnes ardidas. Era a língua da tia Stefanny. Ela finalmente tinha parado.

- Obrigado titia, eu merecia esta surra... eu vou até o meu quarto e encontro a senhora no estábulo.

Eu fui para o meu quarto, olhei para minha bundinha gostosamente vermelha, a acariciei por uns minutos, passei um creme nela me vesti e desci, fui para o estábulo.

- Por onde começamos, titia?

- Você pode escovar os cavalos para min, eles gostam disto pela manhã.

- Tudo bem!

Nos passamos quarenta minutos no estábulos e terminamos, não tínhamos muita coisa para fazer porque estava tudo organizado, e quanto paramos me sentei um pouco e ela falou:

- Vou pegar algo para beber, você também quer? Você me parece cansado...

- Um pouco... eu espero aqui, titia, obrigado.

Quando ela saiu eu senti um mal-estar que já vinha sentindo a um certo tempo, eu precisava ver isto, mas não gostava de medico e estava sempre adiando, mas estava ficando cada vez mais serio e disse a mim mesmo que assim que voltasse das férias trataria disto... de repente ela voltou.

- Você está bem Diogo? Está pálido... venha comigo!

- Passa logo, já vem acontecendo a um certo tempo.

- Você precisa ver isto, venha, vamos até ali.

- Eu não gosto muito de médicos, mas vou ver um quando acabar minhas ferias, sério titia, eu vou ver!

- Vai sim, vamos entre, agora deite-se nesta maca!

- Tem medico por aqui?

- Tem a Doutora Stefanny.

- Titia a senhora e medica, eu não sá...

- Quietinho preciso examinar você.

Poucos minutos depois ela me disse:

- Eu não tenho certeza do que é... vou colher sangue para exames mais detalhado.

- Não titia, por favor, agulhas não, eu tenho pavor disto!

- Eu preciso fazer isto, agora baixe o braço... assim e melhor só dói um pouco.

- Isto dói muito, ai!, eu prefiro levar uma surra do que ser espetado... vai mandar para o laboratório?

- Não precisa, eu mesmo faço isto, fique deitado ai, um pouco que já volto.

Ela saiu da sala e eu fiquei deitado realmente desta vez eu não estava legal... "meu Deus, o que será?" Estava começando a ficar preocupado, estava solto nos meus pensamentos, quando ela voltou e falou:

- Mocinho é bem sério seu problema, você está com anemia profunda! Precisamos tratar disto! Vou escrever uma dieta alimenta rígida, e enquanto estiver aqui vai segui-la certinho, eu cuido disto e vou medica-lo duas vezes por dia, e sem reclamações!

- Titia, não fique zangado comigo, eu não sabia.

- Mas se você se sentia mal, porque não procuro logo um medico?

- Não gosto de médicos, tenho pavor de agulhas, não tenho nada contra a senhora, titia, nem sabia que era medica, foi uma surpresa para mim.

- Adrian era veterinário, e eu a medica local. Agora fico atendendo de segunda a quarta, por isto dou folga aos empregados na quarta de tarde, pois eles já trabalham muito no resto da semana. Mas este mês estou de férias, só atendo quando é urgente, como você. Agora vire-se, vou começar a aplicar os medicamentos agora...

- Não titia, agulha não, me dê uma surra bem severa, mas agulha não.

- Você merece uma boa surra e vai levar mais tarde, agora eu vou aplicar isto.

- Por favor titia, não..........

- Vire-se... assim é melhor.

- Isto dói titia, ai!, dói mesmo.

- Prontinho, você vai ficar com a sua bundinha doendo quando eu acabar de te dá uma surra mesmo... e lembre-se: logo mais, antes de dormir, tem outra.

Depois entramos na casa ela falou:

- Vamos para cozinha, vou preparar um soco de laranja com cenoura para você. Terá que beber um assim todos os dias, de manhã e a noite antes de dormir.

- Sim titia, e o que vamos fazer depois?

- Antes do almoço vou sentar, para escrever sua dieta, para quando sair daqui, depois vamos para cozinha preparar o almoço e depois de almoçarmos vamos ter uma conversa.

- A senhora não vai.........

- Vou sim, agora beba este suco e sem cara feia!

- Tudo bem, titia eu bebo,

- Assim é melhor. Vamos lá para sala.

Ela se sentou e eu fiquei sentado na varanda olhando a vista, depois ela me deu os papeis com a dieta, e fomos para cozinha preparamos tudo. Almoçamos, lavamos tudo, ela pegou uma garrafa de vinho tinto e fomos para varanda.

- Diogo, você gosta de vinho tinto?

- Prefiro vinho branco.

- Agora vai beber mais vinho tinto, e bom para sua anemia, certo?

- Sim titia.

- Pegue sua taça.

Depois de alguns minutos ela falou:

- Você sabe o que fez a sua saúde? Anemia mata, você sabia?

- Não titia, quando voltar vou procurar tudo sobre isto na internet para me cuidar melhor, eu prometo.

- Então sabe que realmente merece ser punido?

- Sei sim titia, pode me punir quando quiser eu aceito e mereço um surra bem severa, mas eu prometo que vou me cuidar melhor.

Então ela me olhou e eu já sabia daquele olhar, mas falei:

- Aqui fora não titia por favor, vamos para sala de som e vídeo e mais tranqüilo lá.

- Você tem razão, pegue o balde e vamos.

Já na sala ela colocou uma musica, se sentou no sofá e bateu na perna. Eu já sabia o que devia fazer. Me deitei na perna dela, fiquei uns minutos esperando as palmadas e então ela começou. Sabia que seria bem severa...

plaft........ plaft...... plaft...... plaft......... plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft........

As primeiras palmadas não doeram tanto como eu achava que doeriam, porque afinal de contas eu estava acostumado às palmadas da titia, e também porque ela não batia muito forte no começo. Mas depois a titia começou a bater mais forte. Ela sentiu meu pau engrossar e falou:

- Não Diogo, esta surra é de punição! Não queria mas vou ter que bater pra valer:

E a titia então levantou bem alto o braço, abriu bem a mão, de forma a pegar a maior area possível do meu traseiro, e:

plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft......... plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft...... plaft........ plaft...... plaft...... plaft......... plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft........ plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft......... plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft........ plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft......... plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft....... plaft........ plaft...... plaft...... plaft......... plaft..... plaft........ plaft...... plaft...... plaft........ plaft

Quando ela acabou eu estava todo doído... foi quando ela falou:

- Espero que tem aprendido a lição mocinho e também espero nunca mais ter de aplicar em você uma surra desta.

- Aprende sim titia e como já disse prometo tomar conta da minha vida melhor, e obrigado pela surra, primeiro pela lição e segundo porque aprendi a diferença entre uma surra de punição e uma de prazer... posso tomar um banho agora?

- Pode sim, está aborrecido comigo Diogo?

- Claro que não... eu vou tomar um banho e passar um cremezinho, a surra doeu mesmo, mas eu a mereci. Com licença titia.

Eu fui para quarto tirei a roupa e fui tomar uma banho, minha bundinha doía tanto que quase não pude sentar na banheira e jurei nunca mais levar uma surra de punição mas só de prazer.

Com este fato eu conheci mais ainda a cabeça de minha tia, uma boa cabeça... acho que nunca vou ter outra ferias como aquela, muito gostosa e interessante de todos os modos – principalmente por ter descoberto formas novas de sexo. Depois de hora e meia desci minha titia esta lendo o jornal na varanda.

- Oi titia, tudo bem?

- Tudo Diogo, como você está?

- Bem, eu preciso lhe agradecer por esta ferias estão sendo ótimas.

- Que bom que esteja gostando... como esta a sua bundinha?

- Doendo ainda, mas tudo bem.

- Peço desculpas se fui muito severa... venha aqui, deixe-me ver.

- Não precisa pedir desculpas, eu estava errado em não procurar o medico logo, não precisa ver não que eu digo, não tem marcas, não esta mais vermelho, só esta doendo um pouco. Sabe, quando minha férias acabarem vou sentir sua falta.

- Então tenho uma surpresa para você: quando elas acabarem eu vou leva-lo em casa, para que você depois do seu primeiro dia de aula, vá comigo até uma loja para que eu possa comprar meu computador, e também liguei para seu pai e perguntei a ela se eu posso me hospedar na sua casa por uns dias, para que você, se quiser é claro, possa me ensinar algumas coisa, porque não sei nada.

- Claro que ensino o que você quiser, mas vou avisar: sou um professor severo.

- Tudo bem, é melhor assim... tem mais uma coisa. Seu pai falou comigo que já que vou ficar com você para que possa me ensinar ele vai tira uns dias de ferias e viajar.

- Então vão ficar só nós dois.

- Sim meu sobrinho, vai gostar.

- Vou adorar.

Nós ficamos ali na varanda um bom tempo conversando, que não prestamos atenção na hora, mas de repente eu me lembrei que não tínhamos jantado. Fomos até a cozinha preparar um lanche para nós, pois já eram nove horas da noite, mas antes de comer alguma coisa eu tive uma idéia:

- Titia, eu não teria que seguir a dieta a risca?

- É... você tem que comer em horários controlados... hoje deixamos passar, afinal é o primeiro dia, você não está acostumado ainda...

- Sim, mas acho que a senhora se comprometeu a me vigiar e me ajudar...

- Realmente, foi culpa minha, Diogo, devia ter me lembrado disso antes... e o pior é não terei tempo de preparar o que você precisa, já é tarde...

Ela estava mesmo triste, olhando para o chão. Logo atrás dela havia uma cadeira, e eu então, muito rapidamente, abracei a titia pela cintura e me sentei na cadeira, com ela já caindo de bruços no meu colo. No instante seguinte eu já tinha levantado as saias e baixado as calcinhas dela.

- Hey Diogo! Ai, me desculpe, não vai acontecer de novo, juro! Mas me solta! – mesmo protestando, ela ria, pois eu a peguei mesmo de surpresa, ela não esperava por aquilo...

- Vou te soltar sim, titia, mas depois da surra. Mas antes que eu comece a castigar sua bundinha, me responda esta pergunta: se é verdade que eu tenho que seguir a dieta a risca, inclusive nos horários, também é verdade que a senhora não pode relaxar na vigilância – e a senhora relaxou! Não acha que é caso de uma boa surra, daquelas fortes mesmo, para que a senhora não cometa mais este tipo de deslize? Não é o caso de surra, e surra de punição não de prazer, para termos certeza que não vai acontecer de novo? – enquanto eu falava alisava o traseiro redondinho e bem-feito da titia. Era realmente belíssimo...

- Aiiii.... é, é verdade..... trate de bater e forte, sem pena desta pobre bundinha, Diogo..... é preciso mesmo que eu apanhe para nunca mais esquecer que devo te ajudar na dieta e não relaxa..... o que é bom para você não esquecer sua dieta é bom também para eu não esquecer de te assessorar... bate sem pena, bate...

Eu não precisava de tal estimulo – mas não há duvida que foi bem vindo!

Então ergui bem alto a mão e desci rápido, com toda força, na bundinha da titia...

PLAFT!

Fiquei um tempo admirando meu trabalho naquela nádega tão bela, meus dedos imprimiram um belo desenho vermelho naquela pele branca, desenho este que logo ficou rosado... mas me lembrei então que não estava lá para curtir, mas para punir. E dei outra palmada, desta vez na outra nádega, bem forte também...

PLAFT!

As duas nádegas, assim castigadas, formavam um belo conjunto... mas não perdi muito tempo admirando, embora eu quisesse muito, primeiro o castigo... e desci minha mão, de novo na outra nádega da bundinha dela, forte, PLAFT! E logo na outra, PLAFT! E na outra, PLAFT!, sempre alternando as palmadas, rápidas e fortes...

PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT!....

A titia se mexia como um peixe fora da água, ou como uma criancinha pequena querendo sair de um colo... numa hora, ela pôs a mão na frente, mas as palmadas em cima da mão doíam mais e ela se resignou a apanhar na bundinha, sem nenhuma proteção, e eu continuei a surra...

PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT!....

Quando acabei, toda a bundinha dela estava vermelha... ela ainda ficou deitada no meu colo por um tempo, e eu senti que estava soluçando... com muito cuidado eu a ajudei a ficar em pé, e vi que o rosto dela estava molhado de lágrimas... me senti culpado, e a beijei, bebi as lágrimas dela e perguntei se estava sentida, ou chateada... ela me tranqüilizou com estas palavras:

- Estou, Diogo, se não fico chateada não teria sentido ser castigada, não é?... Mas não fique triste por mim, não, a culpa foi minha... é minha função te ajudar, me lembrar de suas necessidades e dos horários de suas refeições, afinal você é meu paciente também, é muito importante, está surra vai me ajudar a nunca mais esquecer de seus horários... não, não se sinta culpado, Diogo, se você relaxasse desse jeito eu te bateria sem pena, então quando eu erro você não deve ter pena de mim... fico mais triste porque não será possível você seguir sua dieta agora, afinal estar tarde... mas hoje foi a ultima vez... agora me deixe lavar o rosto e passar um cremezinho, você tem mão boa para dar palmadas, viu? Me lembrei do meu pai, que não perdia chance de me dar uma esquentada de vez em quando... acredita que eu apanhava até os vinte anos? Papai pagava caro a faculdade de medicina e eu tinha que tirar nota máxima, senão apanhava de chinelo... Minhas amigas riam de mim, mas hoje eu sou médica formada e tenho clinica, enquanto elas, as mais felizes, estão trabalhando para o INSS... muitas nem deram conta de passar no vestibular, outras nem tem o segundo grau... elas antes achavam graça ou tinham pena de mim, mas hoje têm invejam... mas chega, você já sabe que aprovo toda e qualquer surra por punição, e que não me importo em receber nem de dar... mas me deixe ir para o quarto, chorar mais um pouco, passar um cremezinho e lavar meu rosto... e providenciar uma almofada, afinal vou ter que sentar para comer...

Ela assim fez, e quando voltou eu já tinha não só feito o nosso lanche, como também estava lavando as louças, enquanto esperava ela, para comermos junto. Ela gostou de meus quitutes, modéstia a parte sou bom em fazer lanchinhos e logo a titia sorria como antes...

Depois de lancharmos e arrumarmos toda a cozinha eu falei:

- Acho que vou dormir titia, boa noite.

- Você não vai querer dormir comigo, novamente?

- Gostaria, posso?

- Claro que sim, vá subindo que já vou...

Eu subi, tomei um banho e quando sai ela já estava lá e foi logo falando.

- Deite-se de bruço Diogo para que eu possa aplicar seu medicamento.

- Tudo bem titia, já deitei, posso fazer um pergunta?

- Claro, fale o que é.

- Quantas desta Ai! vai ser........ ai!...... ai!......

- Com mais dez destas vou fazer um exames para saber o progresso, dependendo do resultado veria quantas vão ser... prontinho agora vou tomar um banho, não demoro.

Quando ela saiu do banho se deitou ao meu lado e eu estava deitado de bruços ainda, então ela fez carinho na bundinha novamente e me deu prazer com aquele dedinho gostoso, depois de um bom tempo de prazer ela me envolveu com seu braços e dormimos assim.

No dia seguinte fomos para o estábulo novamente, depois dela me espetar a bundinha de novo. Nós estávamos cuidando dos cavalos como antes, e num momento ela estava abaixada com a bundinha para cima e eu não resistir, tirei o cinto do short e batei com ele no chão. Ele fez barulho e eu falei:

- Titia, de gatinho no feno, para levar uma deliciosa surra na bundinha.

Ela prontamente atendeu. Eu cheguei perto tirei, seu short junto com a calcinha e falei:

- Agora vou ensinar a minha titia como se doma uma potranca selvagem.

Eu dei a primeira lambada com o cinto e ela já gemeu gostoso, a cada uma ela empinava mais a bundinha, e entre uma lambada e outra ela rebolava a bundinha, pra lá e pra cá, provocante... eu dei vinte lambadas:

splast..... splast.... splast...... splast......... splast..... splast...... splast...... splast...... splast...... splast..... splast...... splast...... splast...... splast..... splast..... splast...... splast..... splast..... splast....... splast....

A cata lambada o cinto imprimia uma faixa amarela na bundinha da minha tia, depois se avermelhava bem, para depois a faixa ficar rosada... mas a medida em que a surra prosseguia, as faixas que o cinto fazia na bundinha dela ficavam de um vermelho cada fez mais vivo.

E deixei aquela bundinha bem vermelha, com tiras meio roxas...

Depois cheguei perto e enfiei o dedo naquele botão rosado e ela gemeu ainda mais gostoso. Fiz isto varias vezes, quando acabei ela tirou minha roupa e fomos nadar nus na piscina. Depois de nadamos um bom tempo ela se deitou nos degraus do lado raso, e foi neste instante que eu não resistir mais, fui até ela e fui bem devagar colocando o meu menino naquela bundinha, agora ainda mais linda pois esta toda vermelha, quanto mais eu entrava mais ela gostava e gemia mais gostoso, passamos a tarde quase toda na piscina e eu possui à bundinha da minha titia varias vezes. Foi a primeira vez que eu ouvi minha titia gemendo tão gostoso.

Depois de uns bom minutos de puro prazer voltamos a nadar, depois saímos da água, nos secamos e fomos para o quarto dela, e foi a primeira vez que fiz amor e realmente aquele instante vai ficar na minha memória para sempre.

Fizemos amor por quase todo o dia, foi muito gostoso, até que adormecemos nus e abraçados na cama. No dia seguinte quando acordei procurei-a por toda casa e a encontrei no consultório e logo que entrei ela falou:

- Você acordou, que bom! Desça o short e vire-se de bruço na maca.

- Outra injeção titia, não por favor.

- Vamos logo Diogo... assim é melhor...

- Ai!, titia isto dói, quando isto vai acabar?

- Esta ainda é a terceira, Diogo, faltam sete para as dez primeiras, e eu vou aplicar todas as dez, agora vamos para dentro tomar o café da manhã... Diogo, precisamos conversar sobre ontem.

- Para mim tudo bem, titia, mas não dá para transformar estas injeções em comprimidos?

Já dentro de casa, na mesa do café, ela disse:

- Não, porque você demorou muito para procurar um medico e ficou serio... agora me diga: o que você achou de ontem?

- Como assim ontem, titia? Para mim foi bom, para você não?

- Foi bom, mas você é meu sobrinho, não acha errado?

- Nada é errado, se as duas pessoas se querem, sabem o que fazem e gostam do que fazem, o restante é rotulo.

- Você tem uma cabeça boa, seu papai sabe disto.

- Não sei, mas ele tem a vida dele e eu a minha.

- Mais você não anda cuidando dela muito bem, mocinho.

- Eu sei titia, mas já prometi mudar...

- Eu sei e espero que cumpra, porque mesmo eu aqui e você em sua casa vou continuar tomando conta de você, e se precisar eu colo você no meu colinho para puni-lo e muito bem, mas espero não precisar fazê-lo.

- O que vamos fazer hoje, titia?

- O que acha de andarmos de cavalo por uns lugares lindos que conheço e depois irmos para cidade almoçar?

- Gostei da idéia!

Foi o que fizemos, só voltamos para casa na tarde da tarde, e, depois de um banho, fomos para sala de som e vídeo para lermos juntos alguns dos contos que eu levará ficamos lendo até às dezenove horas. Depois fomos juntos para cozinha preparar o jantar e quando acabamos e lavamos tudo pegamos duas garrafa de vinho tinto colocamos num balde e fomos para o quarto dela e fizemos amor até altas horas da madrugadas. Quando acordei ela estava sentada numa cadeira perto de mim me olhando.

- Você me fez nascer de novo para vida, mesmo que acabe quando você for embora já valeu a pena... agora vire de bruço.

- Por favor titia, isto dói titia, não AI!.................

- Não adianta meu bebezinho, você precisa, portanto... agora levante te espero lá na piscina, para uns mergulhos...

Neste instante ela me deu uma palmada.

- Ai!!!!!!!!!!, já estou descendo titia.

Quando ela saiu do quarto foi que me dei conta estava com saudade de uma boa surra e resolve que quando desce-se ia provocá-la. Me arrumei e fui para piscina. Lá estava o café da manhã, dois copos de suco de cenoura com laranja. Ela me fez beber os copos. Depois de muito nadarmos, nos sentamos e eu falei:

- Titia, o que a senhora faria com um sobrinho desobediente?

- Sobrinho desobediente deve ser punido para aprender uma boa lição!

Foi quando percebi que ela tinha entrado no jogo:

- Então acho que vou desobedecer a titia, não vou mais tomar suco de cenoura.

- Vai sim, venha cá meu sobrinho.

- Para que, titia?

- Para que eu possa te dar uma boa surra! Anda, venha logo mocinho!

- Num vou, não.

- Venha logo, Diogo!

- não, você vai me bater!

- Diogo, não me faça ir pegar você, se não vai apanhar mais!

- Desculpa titia, eu vou beber tudo que me mandar, num bate não!

- Eu desculpo, mas agora vai levar uma boa surra para não esquecer disto... agora venho para colinho da sua titia.

Neste instante eu dei dois passo e parei:

- Não, vai doer! Titia, desculpa, eu vou obedecer!

- Venha, Diogo!

Eu dei mais dois passo e parei. Estava quase perto dela quando de repente ela se levantou num pulo, em minha direção, pegou na minha mão e me puxou até a espreguiçadeira onde estava sentada.

- Por favor titia, num bate não, desculpa titia, num bate não – neste momento, eu já estava debruço no colo dela com a bundinha de fora – eu vou obedecer, desculpa!

- Eu desculpo, mas você vai levar uma boa surra agora:

plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft.... plaft....

- Aiiiiiiiiii.... aiiiiiiiiiiiii!....

Ela continuo a me dar palmadas gostosas, chegavam a estalar porque ela sabia bater forte e bem, com a mão bem aberta, para fazer barulho... apanhei muito e estava uma delicia, de repente ela parou, pegou o chinelo e eu logo falei:

- Com chinelo não titia! Vai doer! Me desculpa, vai, eu vou ser obediente, juro!

- Vai mesmo, porque...

Ela deu a primeira chinelada, ai que delicia!, era um chinelo diferente, de couro, couro duro, e bem largo, minha surra que estava rosinha foi ficando bem vermelha, UMA DELICIA! depois de me aplicar mais ou menos cinqüenta chineladas ela falou:

- Você agora vai obedecer sua titia?

- Vou sim titia, eu prometo!

- Assim é melhor, por isto beba mais um copo de suco de cenoura!

- Sim, senhora titia.

Por uns quatro dias nada de mais aconteceu. A gente precisava descansar, não é todo dia que se inventam esquemas que funcionem... além disso, qualquer coisa demais acabar enjoando. Se meu caro leitor acha que entre nos havia muitas surras, é porque estou resumindo tudo muito rápido, a verdade é que havia muitas outras atividades. E isso que eu conto não era nem metade do que um gostaria de fazer mas o outro, por este ou aquele motivo, se sentia indisposto...

Mas eu dizia que por uns quatro dias nada houve entre nos, até que um dia a tia Stefanny me disse:

- Sabia, Diogo, que eu fiz assinatura de revistas inglesas?

- Quais revistas, titia?

- Acho que você já as conhece, revistas do tipo Februs, Janus...

- Revistas inglesas de spanking? Sim, volta e meia eu visito os sites delas...

- Pois na que veio este mês para mim tem uma história interessante, ilustrada pela Paula Meadows... é sobre um jovem nobre e sua empregada... muito interessante... você não gostaria de ler?

- Sim, é claro... eu já visitei o site delas, mas nunca tinha lido uma...

Então fomos para a velha sala de som e vídeo, nossa conhecida, e ela me deu uma revista inglesa, que tinha uma história ilustrada pela excelente Paula Meadows, conhecida internacionalmente pelos seus trabalhos eróticos. Era uma história de uma empregada relaxada que precisava de um emprego numa mansão da era vitoriana, que o patrão, um menino entediado da minha idade, nobrezinho inglês, espancava regularmente nas nádegas, com uma espécie de palmatória inglesa, "paddle", como dizem por lá...

Eu estava gostando muito da história, e tão concentrado que não tinha reparado que minha tia tinha se ausentado. Nesta hora eu ouvi a porta batendo muito forte, PLAM, e me assustei. Olhei em volta e vi a titia vestindo um uniforme de empregada igual a moça dos desenhos. Ela estava me oferecendo uma "paddle" igual a do desenho também ( mais tarde vim a saber que a revista envia um kit de brinde para seus assinantes ). Ela tremia, estava toda branca e dizia:

- Por favor, patrãozinho, eu vou limpar tudo direitinho da próxima vez... toma, mas não me bate muito, por favor...

Foi ai que eu entendi...

- Você anda muito relapsa!

- Que isso, patrãozinho... eu faço o que posso... por favor, não bate muito...

- Você é muito preguiçosa, por isso precisa de uma lição! Levanta a saia e abaixe as calcinhas!

Minha tia então levantou a saia e abaixou as calcinhas. Igual nos cartuns.

Além das surras, o que eu mais gostava era ver a bundinha branca, redonda e bem-feita da titia. Ela era realmente muito bonita – e gostosa...

Além do uniforme de empregada, minha tia havia posto umas meias pretas, que realçavam a brancura da pele, e cobriam toda a perna. Portanto, só mesmo o bumbum dela estava realmente a mostra. O uniforme era azul-escuro, o bumbum branquinho se destacava.

A "paddle" era de madeira, leve mas dura, diferente da minha palmatória porque era meio retangular, e com um golpe só eu pegava toda a bundinha maravilhosa da titia.

- Serão 50 golpes. Você sabe que tem que contar cada golpe, não sabe?

- Ho patrãozinho... eu contarei, juro que não errarei...

- É bom, porque para cada erro serão mais 5 golpes.

Comecei a surra, SPLESCH!... minha tia era um pouco mais alta que eu ( hoje somos da mesma altura. Mas logo serei maior que ela ), de forma que ela podia ficar em pé, e eu em pé atrás dela, pois a posição não nos atrapalhava. Era contava direitinho cada golpe:

1.... SPLESCH! 2.... SPLESCH! 3... SPLESCH! 4... SPLESCH!

Entre um golpe e outro, eu olhava a pele da bundinha dela. Vi aquela maravilhosa bundinha branquinha ficar rosada, depois vermelha, apesar de imediatamente depois de cada golpe a pele parecer ficar ainda mais pálida...

24.... SPLESCH! AI, 25.... SPLESCH! 26 AI.... SPLESCH!

Lá pelo trigésimo golpe ela, além de gemer de dor, passou a gemer de prazer:

31...haaannn SPLESCH! AI, 32... SPLESCH! AI Haaannn 33 SPLESCH! AI 33... SPLESCH! Aihaaaaaannnn..... 34... SPLESCH! AI, AI, Ah, ah, haaaaannnn..... 34....

- Você errou!

- Ai patrãozinho, estou muito dodói... tem pena dessa pobre bundinha.... prometo que não vou errar mais...

- Vamos recomeçar do 34 e vamos até o 55!

- Uiii patrão! Como vou sentar?

- É bom que assim trabalha mais!

E recomecei a surra:

34... SPLESCH! AIII... Haaaannn... 35... SPLESCH! AIIIII 36... SPLESCH! Ui ui uiiii... hiiiii... 37...

Minha tia errou de novo, duas vezes. Fomos então até o 65, e quando acabei a bundinha dela estava até roxa. Minha tia estava chorando baixinho, mal ousava encostar na bundinha... ela encostava as pontas dos dedos de leve e depois retirava rápido, com um gemido sentido... tentou vestir as calcinhas de novo, mas a dor era grande, e ela preferiu ficar sem calcinhas, pois não conseguia vestir na altura das coxas as calcinhas atrapalhavam muito o movimento. Então minha tia se resignou a ficar apenas de saia, mas quando o tecido encostou na bundinha deve ter ardido muito, a julgar pela careta que a titia fez.

- É melhor você ficar arrumando esta sala com a bundinha ao vento, pelo menos até refrescar.

- Obrigada, patrãozinho, você é tão bom para mim...

Ela então pegou um espanador e ficou simplesmente espanando aqui e ali, com a bundinha de fora, toda roxa. Eu disse que ia para o quarto e que quando voltasse queria encontrar tudo limpinho.

Estava doido para descarregar, quase fui para o banheiro me aliviar, mas preferi guardar para a titia. Ela veio mais ou menos duas horas depois, e se deitou ao meu lado. Já tinha tirado o uniforme de empregada e estava com uma sensual camisola cor de rosa.

- Diogo, que surra gostosa! Acho que vou ficar dois ou três dias sentando em almofadas...

- Foi uma grande idéia esta de dar uma de empregada, hein titia! Acho que vou comprar um uniforme colegial para você incorporar uma professora...

Rimos muito, depois nos beijamos, depois nos amamos... foi uma das melhores noites de amor da minha vida, pois ela estava super molhadinha e eu fiquei de pau duro por horas... gozei umas oito vezes naquela noite, e ela depois me contou que gozou mais ainda.

No dia seguinte e nos outros dias, cansados, resolvemos dar uma pausa ao spanking. Minha tia só chegava perto da minha bundinha para espetar as injeções... dói muito, eu prefiro mil vezes levar uma surra de cinto do que as injeções, eu já estava ficando com saudade... mas a titia dizia que era melhor assim, que minha bundinha estava sensível com as injeções, e além disso ela também queria se recuperar um pouco antes de continuar... Isso durou mais ou menos duas semanas.

Depois disso, fomos para minha casa, era um domingo, e quando chegamos meu pai falou:

- Agora que já chegaram e você Stefanny já esta estalada que tal irmos almoçarmos juntos o que acham.

- Uma boa idéia, pai!

Minha tia também concordou e fomos a um restaurante que ficava no shopping local e enquanto comíamos meu pai disse para minha tia:

- Stefanny, era pra você ficar só uns dias aqui conosco mas tenho um problema: eu vou viajar segunda feira, normalmente Diogo fica sozinho mas desta vez eu demorar um mês e pouco de viagem... poderia procurar alguém, para ficar com ele, mas ficaria muito mais tranqüilo se você pudesse ficar com ele, Stefanny. O que acha?

- Eu vou gostar muito, Diogo vai me ensinar a mexer em computador, então vamos ter muito tempo sem que eu sinta que estou atrapalhando.

- Você nunca atrapalha, Stefanny, vai ser sempre bem vinda em nossa casa.

- Assim eu posso cuidar do Diogo, ele esta com anemia profundo mas não esta estável, venho administrado injeções nele e uma dieta rígida.

- Injeção! Ele tem pavor disto e eu também... agora vejo mesmo que posso ficar despreocupado, obrigado Stefanny por tudo.

- Tudo bem, Cameron, embora eu não seja mesmo tia dele, tenho muito carinho pelo Diogo.

- Só porque é adotada, não deixa de ser tia dele, pelo mesmo no meu coração.

- Claro, papai, no meu também... titia, posso comer um sorvete de sobremesa?

- Claro mas que tenha chocolate, tem mais energia para você.

- Está vendo como ela me trata, pai: como nenezinho!

- Diogo! Não fale assim, ela gosta de você e você está magoando–a!

- Tudo bem, Cameron depois nos acertamos isto....

- Desculpe titia, eu não falei para magoá-la.

- Tudo bem... vai viajar para onde desta vez Cameron?

- Para o Egito, foi descoberto novo sitio arqueológico, e me chamaram, parto amanhã cedo.

- Já tomou sua vacinas ou esqueceu, Cameron?

- Eu não esqueci, mas é que também tenho pavor de agulhas... deixa pra lá, eu mostro a vacinação do ano passado, deve valer ainda.

- Mas precisa! Faz bem para sua saúde. Quando saímos daqui vamos passar numa farmácia para comprar, que eu mesma aplico e não quero reclamações!

- Desista pai, ela não volta atrás mesmo.

Quando saímos passamos na farmácia e ela comprou duas e falou

- Uma quando chegamos em casa e uma quando sair amanha, eu mesma dou e não quero ouvir nada!

- Duas Stefanny? Isto dói muito.........

- Calado Cameron, a medica aqui sou eu, tal pai tal filho.

- Olha titia, uma loja de informática, vamos comprar o seu micro!

- Que bom, mas só vamos começar as aulas amanhã, depois que você chegar da aula.

- Claro que sim, mas hoje vamos à compra!

Compramos o computador as vacinas que meu pai tinha de tomar e depois fomos para casa, levamos para a biblioteca e montamos o computador de minha tia lá. Quando terminamos meu pai ia saindo, ai minha tia falou:

- Cameron, me espere na sala para que eu possa aplicar sua vacina, e não quero nem uma desculpa!

- Está bem, Stefanny. Não tem outro jeito...

Já na sala minha tia preparou a vacina, virou-se para ele e falou.

- No braço ou na ...........

- No braço, Stefanny, por favor, acabe logo com isto.

- Assim é melhor... um homem deste tamanho, com medo de uma agulhinha!

- Mais esta agulhinha doe, Ai!, pronto esta satisfeita.

- Não, amanhã de manha antes de sair tem a segunda dose. Normas são normas, só te dou o papeis certificando que tomou amanhã.

- Você sempre foi assim, protetora demais!

- Isto se chama carinho...

De manhã depois que meu pai saiu fui para escola, mas antes deixei algumas coisas para minha tia tentar fazer no computador, exercício de fixação que eu havia escrito a noite, antes de dormir.

Quando voltei da aula minha tia estava na sala, me esperando.

- Muito bem mocinho, se aproveitou daquele tumulto e saiu de fininho... então agora vamos para o seu quarto, sem falar nada.

- Mas titia, foi sem querer.

Depois, já nos quartos:

- Você esqueceu o que me prometeu!

- Não esqueci titia, mas as injeções doem muito... é melhor levar uma surra do que aquela agulhas, desculpe, eu não faço mais...

- Eu sei, mas agora venha para o colinho da sua titia, deite-se, assim é bem melhor, muito bem, Diogo, me diga o que vai acontecer agora e porque.

- Eu vou levar uma surra com chinelo de couro, porque é punição e eu as mereço... eu mereço pelo menos cem chineladas titia, estou pronto para Aiiiiiiiiiii!!!!!!!!! Você vai aplicar a medicação agora? Me deixe me preparar...

- Que isso, mocinho, não dói tanto assim, um injeçãozinha!

- Dói sim, titia, ai ai ai...

- Não sei porque tenho pena e não dou de cinto... olhe bem, mocinho, para este relógio. Daqui a meia hora eu volto com um chinelo de couro, novinho, bem duro... eu vou sair para comprar... especialmente para disciplina...

Ela realmente voltou em meia hora, e eu já estava aflito, impaciente doido por uma boa surra de chinelo na bundinha...

- Você sabe, não é Diogo, que vai ter que contar as chineladas, não sabe?

- Não sabia, titia...

- Mas agora sabe. Serão cem! E a cada vez que errar, mas cinco!

Minha tia me mandou baixar as calças e as cuecas, depois me mandou dobrar o corpo, pondo as mãos nas pontas dos pés, e eu obedeci, fiquei com minha bundinha de fora, empinada, ansiosa por uma surra...

Minha tia se ajoelhou, atrás de mim, olhando para meu traseiro... ela então deu uma chinelada, splast.....

- Aiiiii.... uma!

- Não Diogo, essa não conta, foi para ver se o chinelo é mesmo bom... deixa eu ver... nossa!... que marca boa ele deixa!... Diogo, dá para ver as digitais do chinelo, e só foi uma... Agora será pra valer, comece a contar... Diogo, tomara eu logo apanhe deste chinelo, ele deixa a pele bem vermelha e quente!

Depois disso a minha tia começou a descer o chinelo, splast AIIII, um..... splast AIIII, dois........ splast AIIIII, três...... splast AIII, quatro...... splast, e cada chinelada doía mais que a outra.

Eu primeiro quis dar uma de durão, agüentei com coragem as chineladas, e procurava ficar sereno, fazia até algumas piadas, tipo: "uiiii... vou me comportar!", "Titia, prometo que vou largar a falange vermelha...", "Juro, titia, não jogo mais aviões contra o World Trade Center..."

Mas a partir da vigésima chinelada a dor ficou muito forte, minha pele já estava muito sensível, e eu parei com as piadas... depois comecei a gemer, depois a chorar...., e minha tia só: splast ..... splast........ splast...... splast...... splast....

Eu acabei errando umas três vezes, resultando em mais quinze chineladas. E foi sem querer, eu estava satisfeito com as cem. Mas a dor me desconcentrou, e eu errei sem querer.

Ela afinal parou, na centésima quinta chinelada. Estava doendo demais mesmo a minha bundinha, e quente!... eu até sentia o calor que exalava da minha pele, só de passar a mão perto da minha bundinha, sem nem encostar... mas ainda quis dar uma de durão, então fingi que aceitava como uma brincadeira e falei, enxugando as lagrimas:

- Obrigado titia, eu mereci mesmo...

- claro que mereceu! Deite-se na cama de bruços, que vou pegar um creme para esta sua bundinha, já deixei preparado.

- Tudo bem... haaann titia... que bom, titia, você passar a mão assim, com este cremezinho... ui, mas arde.... mas que prazer o alívio que você me dar... me desculpou titia, desculpou?

- Desculpei e que não se repita, senão vai ser de cinto.

- Tudo bem titia, não vai, agora vamos descer para sua primeira aula de informática

- Vamos estou ansiosa para isto, já andei ligando e procurando entende um pouco.

- Isto é bom, mas lembra-se que eu falei sou um professor severo.

- Sim, eu lembro, e prefiro assim.

Fomos para biblioteca, eu fui ensinar minha tia, mas ela era uma boa aluna e tudo que eu ensinava ela aprendia rápido, eu não estava vendo um modo de lhe dar uma gostosa surra e depois fazer amor com ela depois, nós ficamos ali e quando nos demos conta já eram quatro da tarde e fomos para cozinha preparar um lanche e ela veio com o suco de cenoura, laranja e beterraba eu olhei para o suco e ia chiar mas ela logo falou:

- Não quero ouvir nada, eu quero ver o copo vazio, lembre-se dessa manhã, mocinho!

- Tudo bem titia eu tomo, eu juro que não vou mais fazer coisas errada contra a minha saúde e se eu fizer pode me dar uma surra de cinto eu vou merecer.

- Já merecia hoje, mocinho! Deixei passar mas da próxima vez não!

Passamos três dias e eu não tive a oportunidade de chegar perto daquela bundinha... estava cheio de ansiedade e vontade de colocar minha mão nela, mas a titia fazia tudo certinho, acho que ela queria uma pausa neste turbilhão de sexo e surras... é, estava certa, o excesso enjoa... no quarto dia estávamos no final da aula cansados, eu acho que tanto que ensinei três vezes a mesmo coisa para ela e mesmo assim ela não conseguia entender, mas na quarta vez ela disse que entendeu e então paramos para o lanche. Depois ela me pediu para voltar a computador para ver se realmente tinha aprendido e foi quando eu falei:

- Nos vamos voltar mas se você titia não tiver aprendido vai levar uma surra das boas por te mentido para mim e por esta dispersa na aula.

- Mas Diogo, a aula estava cansativa.

- Isto não é discuta, não foi isso o que disse para min quando eu disse porque não tinha indo ao medico?

- Você tem razão, Diogo, então vamos, eu aceito o que vier.

Na biblioteca ela fez errado o que eu havia ensinado e eu logo falei:

- Deixe para manhã, com a cabeça fria o senhora aprende titia, agora vamos para o seu quarto.

- Você vai mesmo me dar uma surra?

- Vou sim, e a moda antiga, com a boa palmatória e bem depois eu penso no final, agora vamos.

Dentro do quarto peguei a mão dela e levei-a até a cama. Eu me sentei, desci sua calcinha até o joelho e a coloquei de bruços no meu colo. Levantei sua saia e fiquei apreciando mais uma vez aquela bundinha... tinha se passado algum tempo, mas meu tesão ao ver o traseiro dela era o mesmo... ajeitei ela no meu colo, de forma a colocá-la na melhor posição para apanhar, e rapidamente desci a palmatória.

Na primeira ela torceu a boca numa careta medonha, eu via porque tinha um espelho por onde eu podia ver a cara dela, mas estava mordendo a lingua e não deu um pio... na segunda, a titia torceu bem os lábios e ficou calada... na terceira e na quarta, eu bati mais forte e mais rápido, com intervalo menor entre uma e outra, e ela deixou escapar um gemidinho, depois da quarta, mas foi só... na Quinta bati bem forte, ela ficou quieta, na sexta eu resolvi bater mais embaixo, nas coxas, e com o susto ela deu um pulinho e gemeu de dor... mas eu a tinha firme no meu colo, e passei a Bater forte e ritmado, sempre no bumbum, que logo estava rosado... a cada palmatoada ela gemia mais gostoso e me dava mais vontade de continuar batendo, mas para o resto do meu plano eu não podia deixar ela ficar machucada demais e então parei... eu a fiz levantar e falei:

- Agora vá até o armário e pegue o meu chinelo de borracha um preto que tem lá para levar o restante da sua surra.

- Mas Diogo........

- Sem falar nada, vá pegar e me dá na minha mão! Assim é melhor... agora deite-se, eu disse à senhora que iria ser um professor severo e estou sendo portando a palmatória foi só a cobrança agora é que vem a surra, titia.

Quando dei a primeira ela gemeu alto e bem gostoso e logo falou:

- Por favor, Diogo está doendo, aiiiiiiiiiii.......!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

- Vai levar sua surra de qualquer maneira, portanto.................

Splast........ splast...... splast...... splast......... splast..... splast........ splast...... splast...... splast........ splast..... splast........ splast...... splast...... splast....... splast..... splast..... splast...... splast...... splast..... splast..... splast...... splast...... splast...... splast..... splast........ splast...... splast...... splast........ splast..... splast........ splast...... splast...... splast........ splast..... splast........ splast...... splast...... splast..... splast..... splast........ splast...... splast...... splast......... splast..... splast........ splast...... splast...... splast........ splast..... splast........ splast...... splast...... splast......... splast..... splast........ splast...... splast...... splast..... splast.....

- Agora eu acho que já aprendeu titia, mas deite de bruço na cama sem falar nada...

- O que vai fazer agora, Diogo?

Minha tia estava com lágrimas nos olhos, e foi se olhar no espelho. Fez uma cara de susto quando viu o excelente trabalho que eu havia feito, e disse:

– Outra surra não, Diogo, não vou agüentar... meu Deus, olha minha bundinha, Diogo, nunca pensei que minha pele pudesse ficar tão vermelha...

Ela encostou a mão de leve e deu um gemido de dor, acompanhado de uma careta sentida... Modestamente, aquela foi uma das melhores surras que eu já tinha aplicado em alguém, a bundinha da Titia parecia um tomate, exceto pela marcas da palmatória e do chinelo...

- Vou possuir sua gostosa bundinha vermelha, quente e ardida, assim, bem gostoso....

- Ha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Isto é bom, se toda vez que eu for punida vai ser assim, eu vou errar muitas vezes.

Nos fizemos amor até a noite e foi muito gostoso, depois do banho saímos para jantar fora e quando voltamos caímos na cama novamente e continuamos onde paramos já eram quase meia noite quando levantamos para tomarmos banho juntos onde saboreei novamente aquela bundinha gostosa, além de vermelha ensaboada... depois sai do banho e logo depois ela saiu. Ela saiu do quarto e quando voltou eu já estava quase dormindo e ela foi logo falando:

- Muito bem mocinho, pode virar de bruço, eu não esqueci, vamos logo mocinho!

Gelei de medo quando vi a titia com a injeção na mão.

- Por favor titia isto dói ai!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!.

- Amanhã eu vou pega-lo na escola, vamos ao laboratório de um amigo meu, colher material para vermos se precisa que eu continue aplicando sua injeções ou não.

- Quer dizer tirar sangue para exame? Mas isto dói!

- Você pode escolher: ou coleta de sangue ou mais dez injeções!

- Eu espero amanhã na porta da escola.

E assim foi eu precisei de mais injeções que foram no total de vinte, mas graças a Deus foram doses semanais e não diárias... e minha titia me aplicava uma injeção por semana, toda quarta-feira, e antes da aplicação, nas segundas-feiras ela dava como carinho uma gostosa surra de palmadas, para não machucar muito, senão ficaria difícil me dar injeções... na quintas-feiras minha bundinha ficava descansada e na sextas-feiras tinha uma gostosa surra de chinelo... depois a titia me passava aquele creme gostoso dela, minha bundinha ficava gelada e depois quente de novo... na terças-feiras eu dava umas boas chineladas na bundinha sempre divina da titia, e nas quintas-feiras eu dava uma gostosa surra de palmatória, e depois eu saboreava aquela bundinha gostosa bem vermelha depois das surras....

Quando meu pai voltou, veio com uma namorada, também arqueóloga. Eles iriam morar juntos. Então eu de meu lado propus a ele que iria morar com minha titia para não atrapalhar o relacionamento deles e assim poderia viver com minha titia como nos estávamos até hoje.

E neste momento já com um ano de convivência estou de bumbum para cima primeiro porque acabei de ganhar uma gostosa surra de chinelo, e que minha titia falou para ficar assim porque foi pegar as minhas injeções para gripe o que eu continuava não gostando, mas mesmo assim decidi me formar em medicina. Neste momento ela entrou no quarto, portanto...

- Não titia, isto dói, por favor ai!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! tá doendo.

- Calma bebezinho, já esta acabando, mas ainda falta mais um, não adianta falar nada, prontinho esta acabou, agora vamos a outra.

- Titia por favor dói!!!!!!!!!!!!!, acabou! Agora largue tudo ai e vem para o meu colo para levar uma boa surra titia.

- Que delicia, hummmmmmmmmmmmm!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

FIM

JAQUELINE MONTANO e JOÃO PALMADAS

5 comentários:

Anônimo disse...

Pqp, que conto é esse? me deixou excitado... quero uma tia como a Stefanny, me dar surras por prazer e pra disciplina. Acho que a desobedeceria sempre... *-*

Anônimo disse...

Essa história é real? Que massa cara! Quero uma tia Stephany pra mim tb.

nao disse...

queria ter una tia assim . que inveja.

nao disse...

queria levar uma surra assim e ter uma tia igualzinha a tia stefanny do conto

nao disse...

queria levar uma surra assim e ter uma tia igualzinha a tia stefanny do conto